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Teatro Diogo Bernardes em Ponte de Lima | Programação de Janeiro a Junho – 62 Espetáculos

Cultura
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08 Janeiro 2019

O Teatro Diogo Bernardes que este ano comemora 123 anos apresentou ontem os principiais espetáculos que encerrarão a temporada de 2018-2019, mais precisamente de 5 de Janeiro a 10 de Junho de 2019.

Assim, foram apresentados um conjunto de 62 espetáculos nos quais não se encontram incluídos os espetáculos da Descentralização Cultural nas freguesias do concelho, que em 2019 deverão chegar à meia centena, os concertos do Há… Jazz no Teatro Diogo Bernardes e do Há… Jazz no Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde, pelo menos dois por mês e muitos outros ligados a eventos que, a seu tempo, tornarão pública a respetiva programação, como é o caso do Festival Percursos da Música.

A cerimónia presidida pelo Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Eng.º Victor Mendes, que se fez acompanhar da Vice-Presidente, Engª Mecia Martins, da Vereadora da Ação Social e Saúde Dra. Ana Machado e do Vereador da Juventude e Desporto Eng.º Vasco Ferraz, destacou a aposta na programação cultural, o que representa “um investimento de 150 mil euros, num total de 62 espetáculos, o que dá, em média, 6 espetáculos por semana o que significa que os limianos têm acesso, todos os dias da semana, a um espetáculo no nosso concelho.”

Considerando que este investimento na cultura “é fundamental naquilo que é a qualidade de vida dos Limianos” o autarca realçou “a diversidade da oferta cultural, procurando ir de encontro aos vários gostos dos nossos cidadãos, desde aos mais novos aos menos novos”, permitindo “o acesso da cultura a todos.” Neste sentido, proporciona-se o “acesso da cultura a todos”, com destaque para o Serviço Educativo do Teatro Diogo Bernardes, que em colaboração com as escolas do concelho tem “incutido aos mais jovens hábitos de cultura que vão ser importantes ao longo da sua vida”, sublinhou o Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima.

Programação de janeiro a junho 2019

O Teatro Diogo Bernardes que já tornou pública a sua programação para o corrente mês, apresenta a 11 de Janeiro, uma das referências internacionais do post rock. Oriundos de Barcelos, os indignu apresentarão o seu mais recente trabalho, Umbra, num concerto marcado por convidados de luxo, como Manel Cruz, que felizmente ontem conseguimos confirmar, Ana Deus, Edgar Ferreira e Ruca Lacerda.

No dia seguinte, o tradicional Cantar dos Reis, no Auditório Rio Lima, que envolve praticamente todos os grupos folclóricos e etnográficos do concelho.

No domingo, com sessões às 15h30 e às 18h00, mais um espectáculo de teatro musical infantil, no que vem sendo uma programação em crescendo dedicada aos mais novos e às famílias. Desta feita, a Cri’Art irá apresentar o espectáculo O Príncipe Nabo – O Musical, baseado na obra de Ilse Losa.

Boa Noite Mãe, de Marsha Norman, pela Tenda, com encenação de Hélder Gamboa e interpretação de Ângela Pinto e de Sylvie Dias, subirá à cena a 18 de Janeiro, às 21h30. Um drama no autêntico sentido da palavra, que se pode adivinhar pelo seguinte trecho de apresentação: esta noite vai ser especial na vida destas duas mulheres que vivem juntas na mesma casa, mas em mundos diferentes, porque Luísa diz à mãe que vai terminar com a vida nas próximas duas horas.

A 19 de Janeiro, de volta à música, com Os Gaiteiros de Lisboa, que, como todos sabemos, é um dos mais importantes grupos de renovação e reinvenção da música tradicional portuguesa.

A Dança Contemporânea irá manter o seu espaço na nossa programação. Em Janeiro, a 25, a Companhia de Dança de Almada traz a Ponte de Lima p.s. CARMEN, com coreografia da jovem Margarida Belo Costa que se propôs revisitar a temática da ópera Carmen, de Georges Bizet. Tendo como ponto de partida a história original de Carmen e seguindo o seu enredo, p.s. CARMEN é uma peça de dança contemporânea que transpõe para cena a vivência de uma mulher com a qual nos podemos identificar, independentemente do género. É a desconstrução do mistério, da sedução, do poder, da materialidade e da obsessão. É uma visão sobre a fêmea que não esconde os seus instintos, que captura as suas presas, mas que também é seduzida no engano, sofrendo o reverso da medalha. São várias as questões que se apropriam deste ser contemporâneo, deste corpo feminino, protegido e vítima da sua beleza hipnotizante.

Encerraremos o mês de Janeiro com música. Na noite de 26, uma das mais promissoras vozes da música portuguesa, Carolina Vieira, apresenta o seu trabalho Desafios e na tarde do dia seguinte, domingo, às 15h00, teremos o primeiro dos quatro concertos a realizar pelas quatro bandas filarmónicas do concelho, actuando a 27 de Janeiro a Associação Banda de Música de Estorãos.

Na área da Dança Contemporânea, a Companhia Paulo Ribeiro, que dispensa adjectivos e que nos brindou com um magnífico espectáculo aquando das Comemorações dos 120 Anos do Teatro Diogo Bernardes, apresentará Um Encontro Provocado, com coreografia de Henrique Rodovalho. O encontro provocado – para uma composição coreográfica – entre artistas de duas nacionalidades tão próximas, Brasil e Portugal, procura reflectir sobre uma questão perturbadora: a violência. Uma abordagem inscrita na diferença que essa mesma violência assume em cada um destes países da ‘mesma família’.

Tristão e Isolda será apresentado pela Companhia de Dança Contemporânea de Évora, com direcção e coreografia de Nélia Pinheiro. Com o formato de dueto, a criação desenvolve uma proposta de linguagem multidisciplinar entre a dança, o teatro, a música ao vivo, a arquitectura de cena e temas que potenciam um discurso contemporâneo sobre a condição humana.

Também multidisciplinar, entre o teatro, a dança e o movimento, representado sobre água e com recurso ao vídeo, será o espectáculo da Urze Teatro, Agnus Dei. Agnus Dei é uma obra inédita que nos conta uma história dramática e comovente sobre uma relação amorosa condenada a um fim trágico. Maria e Jorge — uma Freira e um Padre — vivem num conflito interior, entre a fé e a intensa paixão que sentem um pelo outro, entre o desejo de felicidade e a realidade.

O teatro físico, quase sem palavras, ficará a cargo da Companhia de Teatro de Braga, que apresentará Concerto “À la Carte”, de Franz Xaver Kroetz, interpretado por Ana Bustorff e encenado por Rui Madeira, que afirmou: um texto único para uma actriz única. Um espectáculo construído em partitura de silêncios. O teatro já passou e a Vida é vivida tal qual é.

De novo com a música, mais precisamente com o Fado, teremos connosco duas fadistas que já fazem parte do lote de alto nível: Helena Sarmento, que apresentará o seu terceiro disco, Lonjura e Sara Correia que lançou aos 25 anos um impressionante álbum homónimo assente em tradicionais. Diz que nasceu para isto. E é difícil duvidar.

Quase numa mesma linguagem, a do Fado, mas aqui numa abordagem mais World Music, Mestre António Chaínho far-se-á acompanhar pela voz de Marta Dias. Se a guitarra portuguesa é um símbolo de um país, Mestre António Chainho é hoje o seu mais notável embaixador. Herdeiros de uma singular tradição, os mais de 50 anos de carreira de Mestre António Chainho interpretam e traduzem as múltiplas emoções deste instrumento único no mundo e o talento inigualável de um dos “50 músicos mais influentes da World Music”.

Conforme já referimos, as bandas filarmónicas do concelho terão, como sempre, a oportunidade de se apresentarem em concerto neste palco, para além dos concertos que irão realizar em feriados civis no Largo de Camões: Banda de Música de Moreira do Lima, Banda Musical de S. Martinho da Gandra e Banda de Música de Ponte de Lima.

Nesta área, realce para o concerto da Banda do Exército – Destacamento do Porto, que se deslocará a Ponte de Lima no âmbito das Comemorações do dia 4 de Março – Dia de Ponte de Lima.

Aproveite-se a oportunidade para referir o Concerto de Páscoa, na Igreja Matriz, este ano a cargo do Ensemble Voces Splendentes, de Évora, composto por octeto vocal acompanhado ao piano, sob a direcção do Maestro Octávio Martins, destacando-se do repertório a música sacra e pascal de Franz Liszt.

De volta ao teatro, Bocage – O Mais Honesto Homem para se Amar estará a cargo, em termos de interpretação, de Rita Ribeiro, Sandra José e Mafalda Rodrigues, com encenação de João Ascenso. Poderiam ter sido de uma mulher aquelas palavras que muito magoam quem as escuta. Poderiam ter sido ditas a cantar, por um bom e belo trovador; talvez assim nos entranhassem mais e as estranhássemos menos. Mas as palavras ditas, a cru, sem receio de alheios e freios, são o que as faz serem apetecidas e repetidas e vomitadas e gozadas em voz alta e não entre dentes cerrados. Venham, calem-se e escutem! E, se do amor já ouviram mentiras, aqui do amor ouvirão verdades. A Bocage faremos um brinde. Não fosse ele o melhor e mais honesto homem para se amar.

O Teatro do Mar, com a sua linguagem muito própria, levará à cena A Idade do Silêncio, com criação e direcção de Julieta Aurora Santos, em que as marionetas e a vídeo-projecção permitirão assistir a um espectáculo muito distinto e vanguardista.

O Teatro Art’Imagem, numa co-produção de estreia com o Teatro Diogo Bernardes, apresentará o segundo espectáculo de uma trilogia, desta vez a peça Os Anos Que Abalaram o (Nosso) Mundo.

Elmano Sancho apresenta a Última Estação, em cuja origem se encontra o assassino em série norte-americano Ted Bundy (1946-1989) – ou, mais exactamente, as semelhanças físicas entre este homem e Elmano Sancho. Da mesma forma que Bernard-Marie Koltès ficou obcecado pelo rosto de Roberto Succo, quando viu uma foto sua no metro de Paris, também o actor e autor português se lançou a investigar a vida de Ted Bundy, que matou mais de 35 mulheres. Elmano Sancho guardou o retrato do assassino junto às suas próprias fotografias, até que um dia alguém confundiu o seu rosto com o do criminoso.

Escrever, Falar, de Jacinto Lucas Pires é levado à cena pela Movimento – Artistas Independentes. Escrever, Falar é uma peça sem trama, mas com história. Aliás, três histórias. A história de cada um dos personagens (Nicolau e Hugo) e a história conjunta que vão desenvolvendo ao longo das páginas. E pode dizer-se páginas em vez de tempo, porque é na indefinição da cronologia (e também do espaço) que o novelo de cada um se vai desenrolando.

O Grupo de Teatro de Freixo, apresentará a sua mais recente produção, num exemplo de dedicação ao teatro de amadores. Trata-se do espectáculo Escola de Mulheres, de Molière.

O Teatro do Montemuro, em co-produção com a companhia britânica Absolute Theatre, vai-nos deliciar com Os 4 Clowns do Apocalipse, num espectáculo que pode ser apreciado por famílias pois é aconselhado para maiores de 6 anos. Os quatro cavaleiros do Apocalipse cavalgam até ao início... do fim do mundo. No entanto só vemos três chegar. Então a guerra, a fome e a peste sentam-se à espera da morte. E enquanto esperam começam a "brincar". E transformam-se em "palhaços". Eles brincam com detritos lavados na margem à beira da terra e, ao contrário de destruir o mundo, criam novos mundos anárquicos, tolos e bonitos. O espectáculo clownesco é interpretado na totalidade sem palavras pelos actores do Teatro do Montemuro.

Dois Reis e um Sono, de Natália Correia e Manuel de Lima e com direcção artística de Fernando Jorge Lopes, será apresentado pelo Teatro Extremo, num espectáculo que, tal como o anterior, pode ser considerado para as famílias, tal a mensagem que o mesmo comporta. Dois Reis e um Sono conta-nos a história de dois reinos em litígio, sendo a alegórica figura do Sono o motivo da discórdia entre monarcas irmãos. Uma parábola sobre o poder, a vaidade, o consumismo, o amor, a conquista e o uso da liberdade de expressão, mas também sobre qual o limite do nosso livre arbítrio e para onde caminha a Humanidade.

Juntando o Teatro à Poesia, neste caso à poesia de Ruy Belo, Ana Nave e Maria João Luís darão voz ao espectáculo Odeio Este Tempo Detergente, com selecção de poemas e dramaturgia de Rui Lagartinho, direcção musical e interpretação de José Peixoto e direcção artística de Ana Nave, numa co-produção de São Luiz Teatro Municipal e Arte33.

Duas palavras para os espectáculos ou, melhor dito, exercícios/espectáculos do Serviço Educativo do Teatro Diogo Bernardes, que anualmente se inicia em paralelo com o ano lectivo, quer dos alunos de uma turma do 4.º ano da Escola EB1 de Ponte de Lima, quer do que será apresentado pelo grupo de actores amadores do concelho que frequentam as acções de formação do citado Serviço Educativo.

Na área da Comédia teremos os seguintes espectáculos, tão do agrado do público:

É Tudo ao Molho e Fé em Deus, com Carlos Cunha, Erika Mota, Nuno Pires, Elia Gonzales e Lígia Ferreira;

5 Lésbicas e Uma Quiche, com Melânia Gomes, Mafalda Teixeira, Leonor Seixas, Paula Neves e Teresa Tavares, com encenação de Paulo Sousa Costa. Estamos em 1956, em plena Guerra Fria, com o perigo iminente de um ataque nuclear, vindo das hostes soviéticas. Uma comunidade, no meio dos EUA, realiza o Encontro Anual de Quiches da Sociedade de Irmãs, Viúvas, Independentes, Bem Conservadas e… Com Boas Maneiras. O seu lema principal é: “Nada de homens, nada de carne, só boas maneiras!”. Apesar de serem todas lésbicas, o assunto é tabu… Até ao momento em que, isoladas no seu “bunker improvisado”, fruto de um alerta de ataque nuclear, começam a confessar-se, melhor dizendo, a “sair do armário”. As revelações serão surpreendentes até ao fim!;

Boeing Boeing com João Didelet, António Camelier, Sofia Arruda, Liliana Santos, Carolina Puntel e Cristina Cavalinhos.

A finalizar este lote, mais do que comédia, uma forma única de fazer teatro e que por isso é requisitada um pouco por todo o mundo com digressões longas e constantes. Falamos da Companhia do Chapitô que, felizmente, temos conseguido trazer a Ponte de Lima anualmente e que nesta temporada apresentará o seu mais recente espectáculo, Hamlet.

Tal como afirmamos anteriormente, a programação para os mais novos e para as famílias será persistente e estão previstos os seguintes espectáculos:

Simão e o Livro Mágico, pela Show Bees;

Alice, baseado em Alice no País das Maravilhas, um espectáculo de teatro musical infantil pela Jangada Teatro;

O Gigante, pelo Teatro do Montemuro, a 2 de Fevereiro, com Fantoches e Formas Animadas. Três actores em palco, em cena, com um universo colorido e cativante de fantoches. Um mundo mágico e imaginário conseguido num jogo de luz, cor e sons capazes de nos transportar para um outro mundo. O Gigante é uma parceria entre duas companhias de dois países diferentes: The Fetch Theatre, da urbana West Midlands em Inglaterra e o Teatro do Montemuro, da zona rural de Portugal. Duas companhias cada uma com o seu próprio estilo, mas com algo em comum: o compromisso de criar uma nova forma de apresentação, vibrante e dinâmica. Uma fusão de linguagens: a música, as canções, o movimento e muito pouco texto em português, liderados numa verdadeira aventura de dois encenadores, um português e um inglês;

5 Contos de Fadas em 50 Minutos, pelo Teatro Reflexo.

De volta à música, na noite de 24 de Abril, o Tradicional Baile Popular comemorativo estará a cargo do Grupo Alta Frequência.

Integrado no Festival Um Ao Molhe, receberemos o percussionista João Pais Filipe, na mesma noite em que actuará o brasileiro residente em Portugal Luca Argel.

De Barcelona mas com músicos oriundos de distintas nacionalidades, de entre os quais o violinista limiano João Silva, virão os Still Life que recentemente nos encantaram no Festival Percursos da Música, com uma formação mais alargada, pois ao violino de João Silva e à voz de Margherita Abita adicionaram o saxofone e o teclado de Claudio Marrero e um quarteto de cordas composto por dois violinos, viola e violoncelo.

Também de Espanha, chega-nos Cecilia Krull, a voz do genérico da série “La Casa de Papel”, um tema que tomou de assalto a tabela das canções mais ouvidas um pouco por todo o mundo. Cecilia Krull canta desde que se lembra e há vários anos que dá voz a genéricos de filmes e séries espanholas, mas estava longe de imaginar que o tema “My Life Is Going On” pudesse ganhar vida própria.

Por último, mais música portuguesa.

Kika Cardoso & D’BadSeats, apresenta-se em palco com mais 10 músicos, num espectáculo que certamente se irá afirmar durante 2019. Vencedora do programa televisivo “Factor X”, em 2014, dona de uma voz poderosa, em 2017 participou no Festival da Canção com o tema "Nova Glória", composto por Nuno Gonçalves dos The Gift, tema mais votado pelo público. Em Abril de 2017 editou o álbum de estreia em nome próprio, com apresentação no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra.

Fernando Tordo trará a Ponte de Lima o espectáculo Ary dos Santos: As Histórias das Canções.

Na noite de 25 de Abril o tributo a Zeca Afonso denominado Por Terras do Zeca, com a participação de Zeca Medeiros, Filipa Pais, Maria Anadon e João Afonso.

A 25 de Maio receberemos Miguel Araújo com a tour a solo intitulada Casca de Noz – Sozinho em Palco. Um espectáculo em que Miguel Araújo se irá apresentar sozinho em palco, apenas com as suas canções e um conjunto de vários instrumentos (voz, guitarras, piano, contrabaixo, percussões).

Paus, uma banda de referência nacional subirá ao palco do Teatro Diogo Bernardes em Fevereiro próximo, mais precisamente no dia 16, às 21h30.

O mesmo acontecerá com Tiago Bettencourt que apresentaremos, também em Fevereiro, às 21h30 do dia 9.

A Orquestra de Jazz de Matosinhos, no primeiro de quatro anos de um ciclo de concertos, apresentará Uma Viagem Pelos Tempos do Jazz.

Na mesma área, a do Jazz, destaque para Alexander Search, o projecto que junta uma mão cheia de músicos notáveis – Júlio Resende, Salvador Sobral, Daniel Neto, André Nascimento e Joel Silva.

A finalizar esta apresentação, The Legendary Tigerman, num concerto que temos a certeza ficará na memória de todos os espectadores.

De 5 de Janeiro a 10 de Junho de 2019, 62 espectáculos!

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